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CORRIDA FALSA! Homem é preso suspeito de tentar matar motorista de aplicativo em Juazeiro
Motorista foi amarrado e baleado durante assalto, mas sobreviveu ao fingir que estava morto; suspeito teria ajudado a preparar o crime.
Um homem de 24 anos foi preso nesta quinta-feira (3), em Petrolina (PE), suspeito de participação em uma tentativa de latrocínio contra um motorista de aplicativo de 50 anos, em Juazeiro, no norte da Bahia.
Segundo a Polícia Civil, o crime aconteceu no dia 12 de agosto. A vítima teria aceitado uma corrida e seguido até as proximidades de um condomínio no bairro Antônio Cassimiro.
No local, dois homens teriam entrado no veículo e anunciado o assalto utilizando uma arma de fogo.
MOTORISTA FOI BALEADO E FINGIU ESTAR MORTO
Ainda de acordo com as investigações, o motorista foi levado até a localidade de Mandacaru I, em Juazeiro.
No local, ele teria sido amarrado pelas mãos e baleado pelos criminosos. Mesmo ferido, o motorista conseguiu sobreviver ao perceber que poderia ser morto e fingiu estar sem vida.
Os suspeitos fugiram levando o carro da vítima e outros pertences.
SUSPEITO TERIA AJUDADO NA PREPARAÇÃO
Durante as investigações, a Polícia Civil identificou o homem preso nesta quinta-feira como um dos suspeitos de envolvimento na ação.
Segundo a polícia, ele morava no condomínio onde a corrida teve início e teria facilitado a entrada dos demais envolvidos no local. Ainda conforme a investigação, o suspeito teria permanecido junto aos comparsas até a chegada do motorista.
A prisão ocorreu no bairro Antônio Cassimiro, em Petrolina, onde o investigado foi localizado dentro de uma residência.
CELULAR FOI APREENDIDO
Durante o cumprimento do mandado de prisão, os policiais também apreenderam um celular encontrado na casa.
O aparelho deverá passar por análise, mediante autorização da Justiça, para auxiliar na investigação e esclarecer a possível participação do suspeito no crime.
A ação foi realizada pela Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Juazeiro, com apoio de equipes da Polícia Civil.
O homem permanece à disposição da Justiça. As investigações continuam para identificar e localizar outros possíveis envolvidos no crime.
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