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PUNIÇÃO BRUTAL! Estudante de 17 anos tem seis dedos decepados após ser flagrado com gesto de facção rival

Segundo a apuração policial, ordem para a mutilação teria partido de uma liderança do Comando Vermelho em Feira de Santana; jovem teria sido poupado da morte
PUNIÇÃO BRUTAL! Estudante de 17 anos tem seis dedos decepados após ser flagrado com gesto de facção rival

Um estudante de 17 anos foi vítima de uma mutilação em Feira de Santana, após ser identificado por integrantes de um grupo criminoso fazendo o gesto conhecido como “Tudo 3”, associado ao Bonde do Maluco (BDM).

Segundo informações da apuração policial, a ordem para a punição teria partido de Claudiron Bonfim Ribeiro, conhecido como “Chico”, apontado pelas autoridades como uma das lideranças do Comando Vermelho (CV) na cidade.

JOVEM TEVE SEIS DEDOS DECEPADOS

Conforme o relato obtido durante a investigação, o adolescente teve três dedos de cada mão decepados com golpes de facão.

A suspeita é de que integrantes do grupo tenham encontrado fotografias do estudante fazendo o gesto associado ao BDM e levado a informação à liderança.

Ainda segundo a apuração policial, Chico teria participado de uma chamada de vídeo e determinado que o jovem fosse punido, mas não morto.

A violência teria deixado marcas permanentes no adolescente e, de acordo com os investigadores, também teria sido utilizada como forma de intimidação.

ORDEM TERIA SIDO DADA POR CHAMADA DE VÍDEO

As informações reunidas pela polícia apontam que a decisão teria sido transmitida por meio de uma chamada de vídeo.

A hipótese investigada é que a mutilação tenha sido uma forma de demonstrar poder e intimidar pessoas consideradas integrantes ou simpatizantes de grupos rivais.

O caso também expõe a disputa entre organizações criminosas pelo controle de territórios em Feira de Santana, onde autoridades investigam a atuação de diferentes grupos.

QUEM É “CHICO”

Claudiron Bonfim Ribeiro, conhecido como “Chico”, é apontado pela apuração policial como uma liderança do Comando Vermelho em Feira de Santana.

Registros judiciais e reportagens anteriores mostram que ele já esteve envolvido em processos criminais na Bahia. Em um processo analisado pelo Tribunal de Justiça da Bahia, a Justiça manteve sua prisão cautelar ao considerar a existência de indícios de autoria e materialidade e mencionar outras ações penais contra ele.

O nome de Claudiron também aparece em registros policiais antigos relacionados a crimes ocorridos em Feira de Santana.

As informações sobre a suposta ordem para mutilar o adolescente, porém, são atribuídas à apuração policial e não representam, por si só, uma condenação judicial pelo episódio.

INVESTIGAÇÃO APURA A VIOLÊNCIA

A mutilação é tratada pelas autoridades como parte de um contexto de violência relacionado à disputa entre grupos criminosos.

O caso deverá ser utilizado nas investigações para identificar os responsáveis pela execução da agressão e esclarecer a participação de cada envolvido.

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